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segunda-feira

Conhecer pessoas...


... tem vantagens e desvantagens. A desvantagem de conhecer alguém é ter de decorar um novo nome. Para quem, como eu, tem muita dificuldade em memorizar os nomes das pessoas (o mais certo é esquecê-los ao fim de 3 segundos), sempre que se conhece alguém há que tentar, de imediato, encontrar um estratagema para não se esquecer; e isso custa e cansa. A vantagem está no facto de, pelo menos enquanto as pessoas não nos conhecem a fundo, há um periodo de estado de graça em que o que passa é a nossa melhor "versão". A tendência de qualquer pessoa é mostrar as suas qualidades e não os seus defeitos. E isso não custa nem cansa. Basta escolher aquilo que nos pode dar boa imagem e "mostrar" às pessoas que acabamos de conhecer. O que gostamos de fazer, ler, ver ou ouvir, os nossos animais bonitos, os pratos que sabemos cozinhar bem, ... Virtudes, em vez de defeitos, que as pessoas acabam por descobrir mais tarde, à medida que o tempo avança e nos vão conhecendo melhor. É pena que esse periodo acabe, eventualmente. É pena mas não é mau que assim seja. Não deixa de ser um bom pretexto para sermos pessoas melhores, com menos defeitos, que os outros venham a descobrir algum tempo depois de nos conhecerem, deixando de pensar que somos tão espectaculares quanto aparentávamos ser.

quarta-feira

Melhorou um bocadinho


O meu Swift andava meio em baixo. Fazia muito barulho quando travava, as escovas estavam uma lástima, precisava de óleo e os pneus frontais já não davam conta do recado enquanto que os de trás queriam andar mais rápido e a insegurança lá na frente não permitia. 355 € depois... está como novo! Anda que se desunha e não se queixa de nada! Se é preciso que eu gaste tanto dinheiro para que esteja tão de bem com a vida, o meu carro deve ser "gaja".

quinta-feira

Sul, não tarda


Gosto de tudo o que se relaciona com a ideia de faltar cada vez menos tempo para me pôr a andar de Lisboa para fora durante dois dias e rumar a Sul. Mesmo que seja só mesmo por dois dias e que saiba já o que na segunda-feira de manhã tenho para fazer. Mas isso será na segunda-feira. Até lá, continuo a gostar de saber que vou sair.

terça-feira

O Desafio


Diz-se que não há nada como um bom desafio. Eu concordo... às vezes. Em todas as outras ocasiões, em que não concordo, o desafio que se me depara é simplesmente difícil de superar com êxito, o que o torna, numa palavra, chato. A minha última aquisição em calças é também o meu mais recente desafio. Porque o número que trouxe é ligeiramente apertado e o seguinte (que acabei por não trazer) era demasiado largo, agora tenho um problema: tenho de emagrecer para não sofrer de "aperto cintural". E esse é o desafio. Não deixa de ser um bom desafio (porque, superando-o, ficava mais magro - positivo) mas por ser difícil de superar é aborrecido que tolhe. Para já, nesta "guerra", ganham as calças. Daqui a uns tempos... logo se vê.

quarta-feira

Projecto para os próximos tempos



Não tendo MEO, tentar arranjar forma de ver a série MAD MEN (vencedora recente de uma porrada de Emmy's). Porquê? Por esta razão...

... mas também porque, o que vi dela (da série, claro, em pequenos vídeos no YouTube) parece ser uma trama fantástica, com diálogos tremendos, e ainda versa sobre um mundo que me fascina de uma maneira ou de outra, que é o da publicidade.

Mas, sim... a ruiva é a principal razão pela qual quero ver MAD MEN.

O problema agora está em saber como...

sexta-feira

Casamento Gay versus Crise Económica


Hoje pensei várias vezes nisto. Em Portugal, país em crise económica há já bastante tempo, discutiu-se... apaixonadamente... as paixões entre pessoas do mesmo sexo. No meu local de trabalho, discutiu-se (quase tão apaixonadamente) se essa discussão faria sentido neste momento, em que talvez fosse mais importante discutir apaixonadamente formas de resolver os problemas económicos e não os problemas "conjugais" dos homossexuais. Eu não consegui formar uma opinião acerca dessa dicotomia, já que me parece tão importante resolver a questão económica rapidamente como assegurar que todas as pessoas tenham os mesmos direitos que eu, por exemplo. Na minha "balança", os pratos estariam ao mesmo nível, desconfio.


No entanto, o estado americano do Connecticut tornou-se, precisamente hoje, o terceiro dos cinquenta estados americanos a permitir os casamentos entre homossexuais (depois de Califórnia e Massachusetts). Curiosamente, esta discussão (e consequente resolução legislativa) acontece numa altura em que os Estados Unidos estão looooooonge de conseguir perceber como e quando vai ficar resolvida a profunda crise económica que assola o país (e todo o mundo). Pelos vistos, na "balança" deles, os pratos das prioridades penderam para um dos lados. Espero que, por aquelas bandas, a malta (gay e hetero) esteja a dizer «OK. Já tratámos disto. Agora arregaçamos todos as mangas para resolver a cena do guito, que o mundo está a depender de nós.» É que, por cá, ainda estamos todos na fase do «Fascistas! Homofóbicos! Quero lá saber da crise! Crise é a gente não poder casar!» de um lado, e do «Importante é ter uma disciplina de voto e tal... Soluções para a crise económica?... Hmmmm... Não estávamos a falar da 'importantíssima' discussão sobre o casamento entre homossexuais?...» do outro.

segunda-feira

Espaço: (teoricamente em) 1999



Com cerca de três meses de atraso, a minha irmã deu-me há dias a prenda de anos que (alegadamente) me devia. Sinceramente, não me lembro se ela me deu ou não alguma coisa na altura mas também não me lembro se lhe tenho dado presentes todos os anos pelo aniversário - deve ser uma coisa de família. O presente em causa foi a caixa com toda a 1ª série do "Espaço : 1999". Um clássico. Esta noite, na cama, com o portátil em cima das pernas e com os enormes headphones que usava na rádio postos (para não acordar quem ia trabalhar cedinho), revi o primeiro episódio que, curiosamente, ao fim destes anos todos, me apercebo que não é bem um "piloto", e pega na história já a meio. É só um dos aspectos (agora) bizarros de (re)ver séries antigas. No caso, é imensamente estranho tentar perceber qual o "sonho" dos criadores da série (em 1975) em relação ao que poderia vir a ser o programa espacial mundial em 1999. Estamos para lá do meio de 2008 e nunca chegou a haver uma colónia lunar como aquela que a série mostra, por exemplo. Se calhar, aquela coisa com o Chalenger em 1986 arrefeceu os ânimos dos cientistas espaciais e uma estação lunar nunca chegou a ser uma realidade. Outra das coisas bizarras é tentar lembrar-me onde estaria e o que estaria a fazer no dia 13 de Setembro de 1999, data que a série aponta como a do afastamento da Lua em relação à Terra, devido a um conjunto de explosões ocorridas por acumulação de poluição radioactiva em solo lunar, já produto da ocupação humana (sim... estive a ver o primeiro episódio mesmo com muita atenção... e pouco sono). Para ser franco, não me lembro mesmo do que seria de mim a 13/09/99. Mas vou fazer um esforço. Se possível, ainda antes de ver o segundo episódio do "Espaço: 1999".


terça-feira

A Minha Forma Física (1º Update)


Estou, neste momento, entre buracos do cinto.
Num sinto-me apertado, noutro sinto que as calças me vão cair.

segunda-feira

Back to "Normalcy"*


A chamada normalidade tem (sempre) um valor relativo. Por muito que tentemos fugir da banalidade de uma vida normal, regozijamos sempre que voltamos a ela, após um periodo de agitação e falta de rotina. Faz parte das idas e voltas que temos na vida. Se é bom sair, fazer e ver coisas diferentes, talvez seja ainda melhor voltar a casa e gozar o (des)conforto do sofá, como em todos os outros dias (banais) do nosso quotidiano. Estou a viver essa fase agora, embora confesse que a normalidade tem, para mim, mais do que simplesmente um valor relativo. Gosto de ser caseiro e a normalidade sabe-me bem. Pena é que, mesmo tendo voltado a casa, ainda não tenha realmente voltado à normalidade, tal é a desarrumação que reina pelas várias divisões do apartamento (roupa, papéis, parafernália de toda a índole que já tinha ficado desarrumada antes de ir para a Suíça e que ainda não tive capacidade para organizar). Enfim. Ainda assim, é bom regressar ao "cantinho" (citando o meu pai: «Nossa casa, nossa brasa!»), comer aquilo de que gosto às horas a que me apeteça (sem esquecer de que estou mesmo decidido a emagrecer), beber café de filtro feito por mim, aturar o gato que continua parvo, estar no meio dos objectos que tornam a casa em lar e, sim, sentar-me no sofá que afunda como o raio e já pede sucessor.



* - Os americanos (quem mais poderia ser?...) têm esta palavra curiosa que um presidente [Warren G. Harding] decidiu usar há mais de meio século, por sua própria iniciativa, em vez de normality. O que é certo é que a palavra acabou no vocabulário "inglês" (muito embora os verdadeiros ingleses se recusem a reconhecer o vocábulo) e, na realidade, grande parte do povo dos Estados Unidos já nem sequer usa o termo correcto normality, que desconhece, pois o "presidencial" (e pouco... normal) normalcy é mais simples de dizer. Afinal, George W. Bush não é inovador. Só nos neologismos que vai criando - cada um pior que o outro.

quinta-feira

Hoje Vou Ser...

sexta-feira

Uma bem... Duas mal... Uma bem... Duas mal...


Começa a irritar-me o facto de dormir duas semanas mal (com muita actividade mental… e biliar pelo meio), logo seguidas de uma semana a descansar bem, para depois voltar a dormir duas semanas pessimamente outra vez, e assim sucessivamente. Agora estou na primeira daquelas que penso venham a ser duas semanas de sono mal dormido, o que quer dizer que ainda tenho mais sete dias (mais dia, menos dia) de olheiras e neura pela frente. O chato é que a outra semaninha (embora mais descansada) nunca compensa totalmente os efeitos das duas a rebolar na cama.